Quem cuida da mãe recém nascida?

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Hoje eu vi um comentário de uma blogueira que eu sigo e até me identifico com algumas coisas que ela posta, mas esse comentário, eu discordei, e não só discordei como tive uma vontade imensa de lá mesmo, no post dela, escrever tudo isso.

O tal comentário, que na verdade era uma crítica, e das mais ferozes, era sobre mães recém nascidas, que muitas vezes não querem desgrudar das crias por nada, e que não confiam á outras pessoas, no caso familiares e amigos os cuidados desses bebê recém chegado.

Estou aqui p/ dizer que não, essa mãe não está ali para ser julgada e sim acolhida.

Triste esse tipo de criticas vir de outra mãe. Aliás, estou pra te dizer que muitas delas devem ter um certo tipo de amnesia, ou seria memória seletiva?

O que a nova mãe precisa é ser cuidada para que possa cuidar, é isso que ela precisa! E não ser criticada e desrespeitadas.

Existem avós, tias, sogras, irmãs amigas, doulas, vizinhas… (qualquer pessoa que supostamente seria o apoio dessa nova mãe), que esperam ver nessas mães o reflexo delas mesmas, sentem que se elas estão ali para supostamente “ajudar” elas tem o direito de fazer do seu jeito.

Em nome da experiência que tem, se julgam no direito de dizer que tudo e todas as suas escolhas que você faz com o seu filho, ta errado, é horrivel, é violento, coitadinho, faz mal. A não ser que seja igual ao que ela fez.

E isso é tão triste, pq essas críticas chegam na maioria das vezes em um  momento de tanta frágilidade, que ela quase não consegue argumentar. Na verdade elas não tem forças pra brigar, pq sim, essa mãe ela quer o melhor para o seu bebê. E acredite, ela está dando o seu melhor.

Nessa de não ter mais forças, algumas vezes ela acaba cedendo e entrega o seu bebê para essa “cuidadora” fazer da maneira que “ela” acredita ser a melhor maneira.

E isso não está certo, ninguém tem o direito de roubar a maternidade de ninguém. Ninguém é senhora da verdade sobre criação ou educação dos filhos dos outros, querem eles tenham laço de sangue ou não.

Mas se elas encontram pela frente uma mãe recém nascida que é capaz de impor seus limites, é ai que o tempo fecha de vez.

Pois para elas o simples fato de você ter feito as suas escolhas, e elas serem diferente das dela já é uma afronta, é como se tudo que ela fez estivesse errado. e esse suposto julgamento será com certeza atacado com muitas criticas e discriminações. Será que é essa ajuda que essa nova mãe precisa?

É ai, mais uma vez que a internet surgiu no mundo para ajudar as mamães, pois o apoio que elas não tiveram elas encontram em grupos de mães no whatsApp, no facebook, Instagram… E que bom, nem tudo está perdido.

E resta também a esperança de que essas avós, tias, sogras, irmãs… se limpem de todo sentimento de concorrência, frustração e amargura para receber essa grande benção que é uma criança. É muito importante que os mais velhos saibam mudar de lugar, deixando de lado julgamentos e conflitos para dar lugar ao que realmente importa que é amor a ternura que só essa distancia de gerações é capaz de proporcionar.

Eu posso te afirmar que tudo que mãe recém nascida NÃO precisa é de alguém concorrendo com ela, e nem de ninguém dizendo o que ela precisa fazer, a não ser que ela pergunte, claro.

Essa nova mãe precisa de carinho, de silêncio, de apoio. Porque ninguém vai cuidar melhor dessa criança do que uma mãe poderia fazer. Aliás, não deveria ser essa a prioridade. Que tal se oferecer para cuidar da casa e da comida? Que tal dar apoio naquilo que essa mãe decidiu para o bebê?

Que tal apoiar mais e criticar menos, que tal aceitar mais e questionar menos, que tal amar mais e julgar menos?

 

49 Replies to “Quem cuida da mãe recém nascida?”

  1. Gostei muito do seu post.
    Retrata o que sinto!
    Todos querem ficar perto do seu bebê, cuidar dele.. Mas essa função é sua,principalmente com um recém-nascido.
    Acredito na boa intenção, mas é cruel pincipalmente quando este é o primeiro bebê dos dois lados da família.
    Todos se acham no direito de dizer o que se deve ou não fazer.
    E lendo o post pensei também na maternidade onde também me senti atacada.
    Vim pra casa na certeza de que nós três precisávamos ficar sozinhos para nos conhecermos, estabelecer funções, lidar com a amamentação e todo carinho e cuidado que esse pequeno ser precisa.

    Agradeço imensamente aos blogs que falam sobre essa desconstrução da maternidade, alivia a alma.

    1. Fico feliz que você tenha se identificado com o meu texto!
      Espero ver você por aqui em outros textos. Bjs

    2. Passei por isso. Fui mãe aos 31 anos, sempre fui muito dona de mim, do meu corpo, das minhas atitudes e do meu destino. Então quando me tornei mãe foi por querer, por saber que podia. Para isso eu não precisei consultar NINGUÉM, apenas informar ao meu marido que ele seria Pai. Então a minha filha nasceu, 04/10/2016. A minha mãe veio da cidade dela para a cidade onde eu moro para o nascimento da neta. Meus problemas já comecaram na maternidade. Quando nós tivemos alta hospitalar e vinhedos para casa as coisas pioraram. Ela falava que eu não tinha leite -Seu leite é fraco, não sustenta essa criança. Não está vendo que essa criança está com fome. Você não tem leite, onde já se viu a menina fica no peito o tempo todo.
      Ela queria que desse leite artificial. Mas na verdade ela queria mesmo era a minha filha dependente dela. Queria dá chupeta pra ela acalmar sem que eu pegasse, queria que a nenê dormisse no quarto com ela. E eu sempre tive minhas convicções, não séria diferente na maternidade. Então as brigas foram muitas foi desgastante. Eu dei banho na minha filha cuidei do umbigo dela. Escolhia as roupas que ia vestir. A filha é minha e é um direito meu assumir a responsabilidade dos cuidados dela. Se eu estou em plenas condições de executar as atividades inerentes a minha filha, Eu vou fazer. É a minha maternidade eu escolho como ela acontece!

    3. Ótimo.
      Se a cada pessoa que se metesse nós ganhassemos um pacote de fralda seríamos mamães ricas e não confusas com 1.000 superstições e besteiras.

  2. Amei seu post, e é bem assim mesmo, oque geralmente acontece, principalmente das mais velhas ,acham que sabe de tudo , tenho um casal de filhos e estou grávida do terceiro , meu filho nem nasceu e ja estão dando palpite.
    Me vi completamente no seu post até parece que foi eu que escrevi , estou um pouco amargurada pois sou de um tipo que guardo tudo pra mim não sei retrucar com medo de magoar a pessoa , mais vou mudar esse meu jeito , se não depois quem não vive é eu..

    Muito obrigada por posta seu comentário ,vou fazer isso ,em vez de querer me ensinar, ficar falando oque tenho que fazer com meus filhos me ajuda nas tarefa de casa que vai ser melhor…

    1. Pois é Gisele, existem duas respostas ótimas que vale ser empregadas nesses casos de pitacos indesejados: “porque eu quero”e “porque sim”
      Quando a gente consegue responder dessa maneira, não deixamos espaços para intromissões, pense nisso!
      Beijos

  3. Muito bom o seu texto, assim que eu realmente me sinto, meu leite com 20 dias do meu bebe secou, então ele toma formula, mas mesmo tomando mamadeira eu não abro mão de ser EU a unica a dar mama para ele, pois essa eh a função da Mãe, e mesmo sendo na mamadeira existe a nossa troca de olhares eh o nosso momento,ai vem “parentes” e na hora do mama querem dar para meu filho, (uma vez chegou a arrancar a mamadeira da minha mão e dizer “deixa de ser besta guria”, como assim?? Eh o nosso momento, e como di teu texto”nimguém tem o direito de roubar a maternidade de ninguém”!!! Enfim me indentifiquei mto !!! Adorei !

    1. Oi Nathalia, muito feliz por você ter se identificado com o meu texto.
      não abra mão mesmo, esse momento é de vocês e de mais ninguém!
      Beijo!

  4. Tarini Camargo Guedes says:

    Passei por tudo isso e um pouco mais, eu tinha 19 anos quando fui mãe, e por isso todo mundo achava que eu era incapaz de cuidar do meu bebê, da minha casa e do meu marido. Ficou pior quando percebi que não iria conseguir amamentar, eu não tinha leite suficiente, meu bebê chorava de fome o tempo todo, então nossa decisão foi dar leite nan,foi ótimo, ele dormia satisfeito, até que veio uma pessoa me dizer que esse leite Faria um mal horrível, e que eu ia acabar MATANDO meu bebê, e se eu não QUISESSE dar o peito o leite iria empedrar e virar câncer! como se eu não quisesse pra não cair os peitos ou coisa assim! Ninguém imaginou que mesmo nova eu sempre quis o melhor para o meu filho, e que ele foi muito esperado e cuidado des de dentro da barriga, como vc disse no post, me atacaram! Essa pessoa esperava que eu iria cometer os mesmos erros que ela (que também foi mãe com 19 anos), só esperava o pior de mim, eu fiquei sem reação, só conseguia chorar! E qual outra solução eu poderia arranjar pra acabar com a fome do meu bebê? Solução e apoio ninguém te da, não lavão nem um copo pra ajudar a nova mamãe cheia de pontos,mas palpites pra te colocar pra baixo e te diminuir esta cheio. Com a graça de Deus meu filho ja tem 5 anos de muita saúde, criado com leite nan…

    1. Poxa Tarini,
      Quanto absurdo, pouca idade não determina o tipo de mãe.
      Feliz de saber que o seu pequeno, já nem é tão pequeno assim, e que cresceu saudável, de baixo das suas escolhas, que com toda certeza foram as melhores naquele momento.
      Beijos

  5. Eu e minha sogra nunca nos demos bem. Ela dizia pra quem quisesse ouvir que eu roubei o filho dela. Depois de 7 anos de relacionamento com meu marido eu engravidei. Vc acredita que ela começou a falar para os vizinhos e amigos da família que eu e meu marido iríamos dar nossa filha pra ela criar pois não tínhamos condição? E nesse tempo, sempre que ela me via dizia que ela queria cuidar da minha filha, que achava que era melhor eu voltar a trabalhar quando acabasse a licença maternidade pois achava injusto meu marido ficar tudo nas costas dele.
    Eu sei que quando minha filha nasceu e ela foi visitar foi tenso. Ela ficou irritada pq quando chegou na minha casa minha mãe já estava lá. Ela disse que a prioridade de cuidar da neta era dela pois minha mãe já tem outros netos, filhos das minhas irmãs. Sempre fui muito boba com ela. Ela sempre fez o que quis comigo. Depois que minha filha nasceu eu me tornei outra pessoa. Eu coloquei todos os limites que tinha que colocar. Foi difícil pra caramba. Fui muito criticada pela família dela mas aprendi que quem dita as regras dentro da minha casa sou eu e meu marido.

    1. Que desagradável Munike,
      Parabéns por ter se imposto, essa é a posição que devemos ter sempre, não só com sogra, mas como qualquer um que não respeite o nosso espaço.
      Beijos

  6. Amei seu post super me indentifiquei. Sou mae de primera viagem, o que eu mais ouço e palpite. Ja estoy de saco cheio de tudo isso, desde quando meu pequeno nasceu que mto gente inclusive SOGRA vem querer dizer o q e melhor pro meu bb. O menino nao tinha nenhum mes e ja queria q eu tacasse mamadeira e bico, so pq sou magra e n ia conseguir susensta meu filho. Resultado nao dei nenhum e nem outro e hj e ele tem 4 meses e esta no peso ideal. Minha vida, meu filho, minhas escolhas.

    1. Oi Flávia,
      Que ótimo que você não se deixou influenciar e prevaleu a sua vontade, é cada ignorância que a gente escuta, né?
      Beijos

  7. Amei!! Perfeito. Penso exatamente igual. Estou prestes a dar a luz e vejo o quanto as pessoas ja querem dominar. É triste isso.

    1. Oi Simone,
      Ai que delícia, já já você sofrerá uma invasão de amor, da formais absurda do mundo.
      Tomara que as pessoas que te cerquem tenham tido acesso a esse texto, minha intenção é tocar no coração dos pitaqueiros de plantão.
      Uma boa hora pra você!
      Bjs

  8. Por isso que eu digo sempre… Seja o que for não deixem jamais mandarem em você, ou impor o que acham na sua vida de seu filho…(A) eu ainda estou a espera da minha filha Maysa, e sei que nos preparativos já fui criticada e principalmente quando você depende de sua família pra questão financeira é bem pior… Mas pelo menos criticam mas ajudam muito… Meu pai não é casado mais com minha mãe então minha filha terá duas avós a de sangue e a de consideração… Que tudo o que vê compra pra minha filha sem eu peça… Minha mãe me ajudou com muitas coisas mas sempre vai ter aquela tia ou aquela pessoa que nem te viu grávida direito e se acha no direito até de dizer assim olha você tem de ganhar ela em lugar tal… Oiiii como assim?! Em primeiro lugar meu convênio não atende mais qual foi a parte que ela não entendeu?!? E ela fica insistindo sabe chega ser chato… Mas finjo que está tudo bem e que nada mais vai tirar esse momento mágico da minha vida… Ah quanto a sogra ela lá em Goiás e eu aqui… Se bem que ela não é má pessoa, mas acho que será melhor assim
    Abraço em todas e coragem e fé pra enfrentar os desafios que a maternidade nos proporciona…

  9. Me identifiquei mto com o teu texto, eu passei por isso, quando era para ser um momento único para todos repleto de felicidade ao receber o mais novo e encantador membro da família, pode se tornar em momentos de lembranças difíceis de ser apagadas, perdoadas mais não esquecidas. No meu caso longe da minha família em uma terra distante, recebendo comentários que me entristeceu me levou a desenvolver uma depressão pós parto.

  10. Perfeito.passei por tudo isso ,até secar meu leite .

    1. Poxa Mari, que triste 🙁
      Sinto muito por você
      Bjs

  11. EMÍLIO SOTOMAYOR says:

    BRAVO !

  12. Tati mãe recém parida says:

    Me identifiquei muito com seu post…o pior é quando as pessoas dão pitaco até se o bebê está com frio ou calor, ninguém melhor que a mãe que passa 24 hs grudadinha com ele pra reconhecer essas sensações, mais as pessoas ainda insistem como se a mãe fosse doida e não soubesse absolutamente nada…

    1. Olha Tati, que o tipo “pitaqueiro meteorologista”é um dos mais comuns tipos na raça pitaqueira. hahahahahahah
      Bjs

  13. Perfeito! E a cabe a nós, mamães que já passaram por isso, não levar esses julgamentos adiante com as próximas mamães! Me perguntei várias vezes como foi que elas esqueceram como se sentiram nesse momento tão delicado? Alguns comentários e comparações são mto cruéis. Cada mamãe e cada bebê é diferente, não existe comparação! Vamos amar, ajudar mais e julgar menos!!!

  14. Perfeito o seu post. Optei pela amamentação em livre demanda e prolongada (minha filha tem 2 anos e 8 meses e ainda mama). Por isso, depois que minha mãe foi embora, após uma quinzena conosco, me dei conta que ela só havia segurado a neta pra tirar foto! Ela foi maravilhosa: ia ao mercado, cozinhava, lavava, passava, e nunca deu qualquer pitaco. Já a sogra… minha filha nasceu em janeiro, um calor infernal, cheia de brotoejas nas dobrinhas e ouvia: “bota uma meia”, “desliga o ar condicionado”, “não doa o leite materno pq vai faltar pra minha netinha”. Como eu era firme e não cedia, ia encher a cabeça do filho, e me tratavam como se eu fosse uma irresponsável, mesmo com a pediatra me respaldando: “pode deixar a vontade pq está mto quente”, “o ar condicionado pode ficar até mais frio”… Difícil ter que lidar com a mesquinhez dos outros em um momento mágico da nossa vida. Mas não há nada nem ninguém que possa estragar isso. E sabe o que é pior? Qd juntamos os pontos, constatamos que essas mesmas que criticam não eram essas super mães que querem parecer; são umas frustradas que querem compensar o que não fizeram por seus filhos, se projetando na maternidade alheia. Comigo não, violão! Junto com minha filha, nasceu uma fera invencível!

  15. Adorei cada linha!
    Me sinto muito representada no seu texto, mesmo sete meses após o parto nós três ainda escutamos coisas como: Esse sling não está apertando?
    Olha que ela está com frio. Detalhe: Estamos no nordeste e por aqui 35° é rotina.
    Mas a maior crítica veio quando passei 5 dias em trabalho de parto, todo queria que eu fosse correndo para o Cesário.Aff não tive muito apoio nesse sentido, só o Muriel ( Esposo) que me apoio.
    Em casa perdi a paciência e pede para todo mundo só retornar depois de um mês quando eu já conhece a rotina da Naiê melhor é claro, estivesse menos estressada.
    Confesso que foi um santo remédio.

  16. Nossa nos descreve.
    É realmente assim que acontece.
    obrigada vejo que não somos egoísta e nem excessivas.

  17. Laís Sacramento says:

    Amei !
    Estou vivendo exatamente isso.
    Estou provisóriamente morando com minha mãe até terminar a minha casa e desde que o meu bb nasceu (ha 3 meses) que sofro com o excesso de intromissão da parte dela.
    Ela me ajuda muiiito.
    Faz o que pode, porém acabamos brigando todos os dias praticamente pois ela (talvez por excesso de zelo ) quer mandar praticamente em tudo em relação ao meu bb.
    Sou mãe de primeira viagem mas procuro estar sempre bem informada e procuro fazer o meu melhor sem dá muito ouvidos aos outros e a algumas superstições e usso acaba causando uma guerra dentro de casa.
    Ela tenta agir como se eu fosse uma empregada do meu filho que tenho q fazer exatamente o que ela mandar. Fica o dia todo me dando ordem, quando na verdade eu sei o que fazer e o que não souber com certeza perguntarei.
    Estou numa situação muito complicada em relação a isso. Amo minha mãe, mas definitivamente eu quero ser mãe do meu filho e não abrirei mão disso.

  18. Amei o texto!! Me identifiquei muito!! Infelizmente as pessoas não entendem que temos o direito de ser mãe da nossa maneira, de cuidar da forma que achamos corretas. Estas mães que nos criticam (mãe, tias, sogra, amigas, primas, etc) parece que esquecem que também cuidaram, que também tiveram o seu direito de errar e acerta. Se todos pudessem ler este texto e entendesse a real ajuda que nos mães recém nascidas precisamos de verdade seria muito diferente.

    Grata por nos representar com este belíssimo texto.

  19. Incrível como me vi nesse texto, hoje vivo a maternidade de primeira viagem, tenho um bebê de 2 meses( Ele é uma fofura), o que acontece é que tanto o lado parteno, como o lado materno dão palpites desagradáveis, ficam querendo ensinar o que a natureza por si só ensina. Na hora da mamada ficam perto falando com o bebê, não deixando ele relaxar e nem termos uma conexão, tudo dão palpites isso é horrível, as vezes me sinto uma péssima mãe porque nada acerto, porém essa pequena frase eu aprendi e digo com gosto rs ”porque sim!”

  20. Parabéns pelo texto, exatamente como nós mamaes nos sentimos, se certo, errado, exagerado não importa somos mães e sabemos o que tem que ser feito…show amei seu texto

  21. Fernanda Durazzo says:

    Li o texto inteiro me perguntando qd foi que vc entrou na minha cabeça e traduziu meus sentimentos! Concordo e me vejo em cada palavra!!!! Cheguei à conclusão que a parte mais dificil de ter um filho não são os enjoos, a dor do parto ou as noites em claro! Dificil mesmo são os “conselhos”!!!
    Vou divulgar e espero do fundo o meu coração que as pessoas leiam e reflitam!!!

  22. Super concordo com seu texto!! Precisamos de compreensão e não de críticas!

  23. Amei! Disse tudo!

  24. Ludmilla Sanara says:

    Sábias palavras! Fico feliz de saber que tem muita gente que pensa dessa forma.

  25. Diante do que pude observar todas as mães recém nascida, todas sem excessão, tem suas particularidades, na minha opinião não existe uma resposta, pois tudo é uma novidade e pode sempre vai haver uma nova descoberta, uma nova experiência, portando, são importantes as trocas de experiência principalmente entre as profissionais por ter diversas situações convividas facilitando assim uma orientação mais precisa eficaz, além da participação fundamental de parte paterna onde com certeza transmitirá segurança, amor e harmonia à uma mãe recém nascida.

    1. Cintia Marques says:

      Roberto,
      A participação do pai nesse momento, com certeza trás tudo o que você disse e muito mais.
      Esse momento é do pai, da mãe e desse bebê recém chegado.
      Feliz em ter um pai por aqui, volte sempre será sempre bem vindo!

  26. Meu Deus……. achei q só eu passava por esta situação!
    Estava entrando em depressao por não aguentar mais tanta gente metendo o bedelho na minha vida nova (ser mae)…. como é difícil, mesmo pq me identifiquei com algumas mães, q não conseguem falar, só guardam.. e engolem….
    Esse texto foi meu desabafo o meu alento.. me senti confortada.
    Agradeço imensamente pela ajuda e por ser nossa voz…. nosso grito!!!!!
    Obrigada

  27. Thielly Priscila says:

    Gostei muito desse post… estou vivendo isso e é uma situação sufocante!
    Sou mãe de primeira viagem e meu bebê é prematuro, por isso precisei ficar na casa da minha sogra para que meu filho fosse acompanhado pelo médico, ela com seu excesso de cuidado acaba me sufocando e chateado. Já teve situações como eu estar dando banho e ela enfiar a mão na água e ficar jogando água no bebê, tomar a sabonete da minha mão, eu estar trocando a roupa dele e ela meter a mão… pensa que desespero, o bebê já nervoso chorando e 4 mãos o vestindo! Foi horrível! Mas agi silenciosamente tirando a mão dela e ela percebeu que eu não estava gostando e parou de ficar de cima, na hora de dar de mamar é outra luta pq desde a uti neo o Emanuel não pegou o bico do peito e precisei do auxílio do bico de silicone, aí ela fica falando pra tirar isso dele, que é como se ele estivesse mamando na mamadeira, sem falar q ela fica de cima olhando enquanto ele mama e qndo ele chora ela vem correndo pegar ele , eu nem consigo acalmar meu filho pq ela não deixa, a nova dela é pegar ele e levar pra cama dela de madrugada e ele não tem nem 1 mês… isso me irrita e chateia é meu noivo acha que é implicância com a mãe dele… estou doida pra ele ganhar o peso suficiente pra vacinar e eu poder ir pra casa da minha mãe, sei que lá tbm vai ter esse excesso de cuidado mas o diferente é que na minha eu confio pra cuidar do meu pequeno. E podem falar o que quiser mas dar banho, trocar e dar o complemento (nan) somente eu fasso isso. Gostei muito desse blog para poder desabafar!

  28. Acho que esta pagina era tudo que eu precisava, ver nesta minha primeira gestação. Muito obrigada.

  29. Amei o seu texto, me reconheci! Foi exatamente isso que passei na maternidade do meu filho Antônio e passo até hoje… O que me conforta é saber que a melhor resposta é olhar para meu filho e ver essa criança linda, simpática, amorosa, inteligente, enfim, encantadora que ele se tornou. Dia 20/02, ele já completa 2 aninhos! Quantas alegrias e momentos únicos eu pude viver ao lado dele. Não há nada maior que o amor de uma mãe por seu filho. Para mim, maternar com apego sempre foi a única e melhor opção.

  30. Fernanda Alliana says:

    É incrível como as pessoas nos menosprezam, ainda mais por ser mãe de primeira viagem. Passei por uma situação na qual até hoje não aceito. Pessoas que me conhecem, sabem da minha formação e experiencia profissional na area da saúde, vieram falar comigo como se eu não estive dando todos os cuidados necessários ao meu bebê por ele estava com dificuldades em ganhar peso. “Pensaram que eu estivesse com depressão pós -parto”, isso sem estarem presente após o nascimento do Miguel. E ainda me fizeram a infeliz pergunta:”será que todas as outras mães estão erradas, só você que está certa?”. Minha resposta foi: “que eu saiba, a mãe do Miguel é apenas eu”.
    Depois disso, fiz um post no Facebook e ninguém falou mais nada.
    Poxa! Com que direito as pessoas metem o bedelho? E ainda dizem que queriam me alertar..
    Perai, eu sonhei com meu filho, planejei, esperei com todo amor e carinho, ai vem pensarem que não estou sendo uma boa, pelo fato de não concordar com o senso comum como elas queriam?!
    Respeito em primeiro lugar.
    A mãe desse bebê sou eu! Eu seinas orientações que recebi, e eu vou fazer o que eu julgar melhor. No mais, respeito é tudo!

  31. Me indentifiquei com o texto, as pessoas querem dar palpite sobre que roupas vestir no meu bebê, pode estar um sol de raxar mamona que querem que eu coloque luvas e meia na minha filha! Mesmo a pediatra falando que faz mal ainda duvidam, e não pode expor ao vento tem que sair emcapotada!!! É chato pq do meu jeito está dando certo mas para alguns tudo o que faço está errado.

  32. Só queria que vc soubesse que não tem um único texto seu q eu termino de ler e não bato palmas sozinha rsrsrs.
    Vc me representa!
    Bjos

    1. Ah Camila,
      Fiquei emocionada agora… Muito obrigada!
      Saiba que você fez o meu dia!

  33. Que perfeito, até chorei lendo.
    Pq vivi exatamente isso na minha maternidade, minha sogra querendo cuidar de aninha filha por mim, não deixando eu viver o momento de mãe, tudo q fazia era errado, nossa aquilo acabou comigo, passei por tantas coisas entrei em depressão fiquei 15 dias muito mal,
    Pq não queriam deixar eu viver meu momento mae, e eu tinha acertaria tinha q errar, afinal, aquele momento tô tbem era único para mim, é claro a primeira vez não nasci mãe, eu tenho q aprender junto a minha bebé, o que é certo ou errado.
    Hoje ela está com 1 mês e 16 dias e já me encontro melhor graças a deus

  34. Cristiane Mynssen de Novaes says:

    Adorei o texto, penso da mesma forma! Em breve eu serei mãe e não vejo a hora de sentir esse amor incondicional! Durante a minha gestação, recebi muito pitaco do que deveria ou não fazer. Como sou mãe de primeira viagem, li muita coisa útil/inútil na internet e absorvi apenas o que eu achava poderia fazer bem a mim e ao meu filho e, por conta disso, fui muito criticada, chamada de doida, neurótica, maluca… Desculpa, mas se eu achar que determinado alimento não vai nos fazer bem, eu nao vou comer. Não é pq fulano fez que eu tb tenho que fazer. Muito obrigada por esse texto.

  35. Me identifiquei com cada palavra. Tudo que uma mãe com um recém nascido precisa é de alguém que a apóie, que cuide de tudo enquanto ela tenta assimilar chuva de hormônios e emoções que invade o coração. Não tem quem aguente a pessoa, nesse momento tão delicado que é o puerpero, ainda ficar ouvindo palpites infundados e coisas do tipo “use a cinta pra sua barriga voltar pro lugar” ou ainda “tem certeza que o médico tirou o bebê daí? Será que não tem outro?”. Obrigada pela postagem!

  36. Aiai…Morrendo de rir aqui…Tive minha única e maravilinda filha há 22 anos e isso tudo que o texto traz agora foi o que vivi lá naquele momento. Entretanto quem tentou se “infiltrar” achou uma nova mãe muito doce, afável, mas firme como rocha: eu gerei, eu pari, portanto, eu cuido. Sempre foi minha resposta. Nunca bati de frente, até porque procurava ficar tranquila para continuar transmitindo paz para a minha baby. Minha sogra avisava: amanhã cedo venho dar o banho. Eu me levantava cedinho e já amamentava, dava o banhinho e ligava candidamente para a minha sogra: não se preocupe, eu já cuidei. Também tive dificuldades de amamentar e por isso, com 21 dias, tive que introduzir o Nan, maravilhoso, que fez lindamente seu papel no desenvolvimento, crescimento e nutrição da minha filha…Houve um “zum zum zum”, mas eu me fiz de surda. Enfim quando viram que lá em casa quem mandava, fazia e resolvia éramos meu marido (que me apoiou integralmente!) e eu, aí me deixaram em paz. Como minha filha nasceu num tempo de muito calor, ela já começou sua vidinha tomando banho quase frio e como eu adoro o mar (tenho a felicidade de morar à beira-mar) com 23 dias ela tomou seu primeiro banho de água salgada. Minha sogra quase infartou, disse a meu marido que eu era irresponsável e que iria matar minha filha. Mas eu só disse a ela que ficasse bem tranquila porque a pediatra havia super indicado bem como a permanência da minha filha sob o sol por 10 minutos após o banho de mar….Enfim, quando nasce um filho, nasce também uma mãe. Eu acredito que nosso instinto materno nos conduz maravilhosamente nessa incrível tarefa de cuidar de nossos filhos…

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