Das dores e delícias de criar um filho no exterior.

Esse foi um final de semana bem Brasileiro por aqui, torcemos muito para os meninos do futebol e vibramos muito com a medalha de ouro. Nem deu tempo de nos recuperamos de tamanha ansiedade e nervosismo e já veio mais um, em uma disputa não menos acirrada foi a final do volei Brasil X Itália, e que jogo!

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Foi muito lindo e emocionante ver o Brasil no auto do pódio, e nosso hino lindamente sendo tocado.
E nesse momento que a gente para e pensa nas opções que fizemos, dá uma pontinha de dor de ver o meu filho crescendo longe da nossa cultura, pq por mais que a gente o exponha ao máximo, se ele for criado aqui, não vai ter jeito, os EUA vai ser muito mais forte dentro dele do que o Brasil.
A infância dele já é bem diferente da nossa (obviamente pela diferença de gerações), ai junta a diferença cultural, pronto, nada a ver com a infancia que eu tive.
A gente tem que se esforçar. E me dedico a aprender as musiquinhas infantis, assim como farei com as brincadeiras e festas populares, e não é uma tarefa fácil, é uma situação que eu não vivi. Mas é com muito amor que me envolvo em aprender. Pois quero que ele cresça sabendo que assim como o nossa cultura Brasileira  é importante pra nós, a Americana, que é a dele, é importante igual.
Família multicultural a nossa, se há alguns anos atrás alguém me contassem que eu teria um filho gringo, eu certamente iria rir.
Das voltas que a vida dá, cá estou eu cantando “itsy bitsy spider”…..